sábado, 4 de julho de 2009

Tijolos


Hoje farei uma analogia com a vida das pessoas. Esta analogia tem influência do disco The Wall, da banda Pink Floyd, e se você nunca ouviu este disco, veja o clipe Another Brick in the Wall(e a letra também), e você entenderá melhor esta analogia. O mundo é um pólo industrial, e o Brasil é uma fábrica de tijolos(como os outros países). Os donos da fábrica são os políticos, e suas filiais são os parceiros comerciais destes países. Nas fábricas, existem os tijolos bons, os tijolos ruins, e o barro. O barro são os pobres: não servem pra nada, não tem poder(comercial), e são deixados de lado. Os tijolos bons são as pessoas comuns: egoístas, consumistas, influenciáveis, ignorantes, iguais a todos.
Os donos da fábrica gostam dos tijolos bons, pois eles nunca questionariam seus métodos. Existem também os tijolos ruins(na minha opinião, estes são os melhores). São pessoas diferentes: pessoas honestas, confiáveis, que gastam pouco, que não seguem as "modinhas", cordeiros no meio de lobos, mas o mais importante: pessoas que pensam. Se todos forem tijolos bons, a fábrica será perfeita. Se todos forem barro a fábrica transformará barro em tijolos bons. Mas se todos forem tijolos ruins, a fábrica vai mudar. Eu sou um tijolo ruim. O objetivo dos donos é formar uma muralha com os tijolos, mas com tijolos ruins, isso não é possível. Os donos da fábrica não se preocupam com o barro, pois eles não ajudam, mas não atrapalham. Os donos da fábrica gostam, mas não se importam com os tijolos bons, pois se um tijolo bom se tornar barro, outro vai tomar o seu lugar, não são reconhecidos pelos donos. Mas os donos se preocupam com os tijolos ruins. Um tijolo ruim a menos é festa, um tijolo bom a mais não é nada de novo. Os donos reconhecem e não gostam dos tijolos ruins, pois quem pensa dá trabalho. Ghandi era um tijolo ruim. Martin Luther King era um tijolo ruim. Abraham Lincoln era um tijolo ruim(não darei exemplos de tijolos bons, nem de barro, pois o mundo está cheio deles). Stálin foi um dono de fábrica, Mao tse Tung foi outro dono de fábrica, Bush também. E todos eles tem seu lugar reservado no Inferno(diferentemente dos tijolos ruins). E aí, qual lado vai escolher? Independente do que escolher, deixarei um recado para você: Tijolos bons vão e vem, barro também, mas são tijolos ruins que fazem a diferença, então não seja mais um tijolo na muralha, faça a diferença!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Influência


Olá amigo leitor(perceba o uso da 2º pessoa, pois poucas pessoas acessam este blog quase desconhecido), ontem eu estava ouvindo AC/DC(banda estilo Heavy Metal) quando meu pai disse para não ouvir muitas músicas nesse estilo, pois eu poderia ficar revoltado ou agressivo. Mas isso depende da capacidade de discernir a vida da música. Algumas músicas são lentas e te deixam mais calmo, outras são agitadas e te deixam mais ativo, mas depende de você após ouvir a música, entender sobre o que ela fala e se aquilo está certo ou errado, ou seja, analisar criticamente a música. Por exemplo: As crianças são facilmente influenciadas, e é por isso que os McLanches vendem tanto. Se os pais tivessem educado as crianças desde seu nascimento dizendo:"Viemos comer, e não comprar brinquedos" o McDonald's iria falir(mwahahaha). As crianças não são capazes de analisar criticamente a proposta de lanche da referida marca, por isso os pais devem negar o pedido da criança não importa o quanto ela implore, pois senão a criança vai perceber que é só ela espernear que vai ter o que ela quer. Crianças são como animais, você deve sempre ser o "dominante" senão você não terá autoridade sobre elas e assim, você só será obedecido à base de repressão, e violência gera conflitos, que gera desobediência, e um relacionamento ruim. Por isso pais: Sejam sempre os "dominantes" e assim suas crianças aprenderão seus limites e respeito. Talvez eu tenha saído um pouco do assunto, mas espero que tenha entendido o recado(mais uma vez na 2º pessoa), e se quiser reclamar, protestar, xingar, concordar, ou criticar, deixe seu comentário em "0 comentários". E lembrem-se meus irmãos, o McDonalds está se espalhando como praga pelo mundo! Saibam lidar com isso ou sejam escravos de suas crianças para sempre.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Jogos, morte, religião e GUERRAS


Desculpem-me por não escrever há tanto tempo, estive numa maré sem inspiração e de muitos estudos, e não tive tempo de escrever nada, mas agora estou de volta. Começarei falando sobre um jogo que já zerei num site de jogos. O jogo se chama Droplets e consiste em atingir certas áreas do cenário para ganhar um determinado número de pontos e passar para a próxima fase, agora o que mais me chamou a atenção foi que não importava com quantos personagens você tivesse no final do nível(no caso, os coelhinhos), você poderia até vencer se todos os seus personagens morressem(você precisava dos pontos e não dos personagens). Isso quer dizer que mortes também significam vitória? Vendo isso lembrei das grandes guerras que houveram neste mundo, que apesar de muitos mortos, ninguém se lembra ou se importa com as mortes.
É isso que eu não acho certo. Por que as coisas não podem ser resolvidas com diplomacia e sem violência como Ghandi fez? Porque certas pessoas não podem chegar a um acordo, e aí começam as guerras. Por isso, se valorizamos as vidas dos outros devemos optar sempre pela diplomacia. Outras guerras aconteceram por motivos religiosos como as cruzadas e as guerras lá no Oriente Médio. Essas guerras acontecem principalmente por dois motivos: Porque as opiniões variam e porque se eu acredito em algo e você não acredita no mesmo que eu nós vamos ter problemas. Eu acredito em reencarnação, mas respeito as religiões dos outros, para mim o melhor seria se acontecesse com cada um o que cada um acredita, mas isso é impossível.
Se o que acontece para um católico acontecer o mesmo acontecerá para os outros, o que vai contra tudo o que os outros acreditam. Bem, só vamos descobrir quem está certo quando morrermos, mas o pior que nós podemos fazer é obrigar as pessoas a acreditar no que nós acreditamos, pois assim começam as guerras. Pois então meu conselho é: respeitem as crenças dos outros, pois como sabemos, AS OPINIÕES VARIAM.